14 julho 2016

jamais negarei,

o profundo desprezo pelas manifestações de propriedade material (dos livros às pessoas, com uma imensidão de outras propriedades de permeio). O horror diante de pais que se consideram donos dos filhos, quando é claro que, por encantadores que estes sejam, principalmente na sobriedade e na simpatia, claramente nada devem aos ditos progenitores. O nojo que assoma, em jeito de vómito contido, perante as certezas absolutas de posse. Sobre tudo e sobre todos, até que o pé lhes resvale. Ámen.

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