Não sei se trema com os milhentos assuntos que me atormentam, se com isto de andarem pessoas (uma delas, mui querida desta e nesta hospedaria) declamando polla bloga.
Tem anos, até bolor, isto de eu abominar aquilo de dizer poesia.
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Foda-se. É que, com prosa, coiso (a voz, sim, claro) , muito bem.
A poesia é feita para o silêncio interior, jamais para a montra.
Tem anos, até bolor, isto de eu abominar aquilo de dizer poesia.
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Foda-se. É que, com prosa, coiso (a voz, sim, claro) , muito bem.
A poesia é feita para o silêncio interior, jamais para a montra.
19 comentários:
Txiiiiiii! Eu também disse!!! Não te zangues, não?
raramente me zango e, quando acontece, is for reasons :)
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p.s. - não frequento, desde há uma semana, o bar do meu amigo e isto deve-se à estupidez perseverante, à futilidade da namorada, que já não consigo sequer cumprimentar (e ele sabe...).
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se não me declamarem para cima, tudo ok :)*
acho, Tutu, que este projecto/ideia, aparentemente comunitário, tem qualquer coisa de perigosamente fútil e até voyeuresco:
o que é uma voz que não mostre as palavras, até ao projecto/ideia?
uma ideia, um projecto?
e depois?
Talvez seja fútil, sim. Mas não deixa de ser engraçado conhecer a voz daqueles que gostamos de ler. :)
e não deixa de ser verdadeiramente um estudo de caso a forma como, 'finalmente', se associam vozes a 'pessoas'.........................
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(já conheci gente com uma voz débil, por uma ou várias razões, absolutamente inebriante)
Claro que uma voz não diz da pessoa. É apenas uma "graça". :)
querida Tutu,
o que nós queremos são pessoas inteiras, não vozes..
Tu não me digas que não tenho "graça" que marcamos já aqui sessões semanais colectivas de porrada (com banda sonora de diseurs/diseuses :PPPPPPPPPPPP)
Tu não tens apenas graça, melheri! Tu és o máximo!
quando nos conhecermos, face to face, levas um beijo na boca :)
Eu acho que vais ter que dar muitos beijos na boca :))
beijocas às duas :)
Ahahah
Já estava à espera deste post!
:)
A poesia, como sabes, foi feita para ser dita, não para ser lida em silêncio. Foi assim distante muitos séculos e aguentou-se lindamente. Ha-de sobreviver incólume a essa brincadeira do Pipoco Mais Salgado. Foi uma ideia divertida e parece-me que ainda não tinha sido feito.
Não alcanço o perigo a que te referes. Sobre a futilidade da coisa ... bem... adoro coisas fúteis, defenderei até ao limite que a futilidade é o sal da vida e assim.
(E agora, só para te chatear e porque já percebi que o assunto te enerva, informo que vou ali estender-me na praia. Com mar e tudo)
Eu diria que o declínio (sim...) da poesia está associado ao facto de ter deixado de ser "dita." Mais poetas lessem os seus poemas em público e teríamos certamente outra, e melhor, poesia. Não tanta, talvez, mas melhor.
Porque não entras na corrente, G.? Porquê???
BUAH!!!
(em segredo, digo-te que tenho por costume ler a poesia de que mais gosto em voz alta. é musical) :)
Cuca Laruca,
espero que te enchas de pulgões d'areia e que uma-gaivota-voava-voava te ofereça dos céus um presente, preferencialmente na testa :P
Mr. X, Cuca Laruca,
aos 16 anos já eu escrevia textos com palavrinhas como 'aedo', tááá?
quero lá saber quais são as origens, eu gosto de transformação :)
Todos,
um beijo na boca :)*
Não há pulgões de areia nas praias do sul! Só mar calmo e quentinho e essas coisas.
Cuca,
então, boa canja... :P
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