28 junho 2016

pertença

É lamentável, reconheço (who cares?!), mas o estado da arte é mesmo este: sem pertença, há muitos, muitos anos. O meu único sentimento de pertença, repartido, é tudo em gente: está na família nuclear, aquele círculo feito de sangue e sensibilidades várias. Seis pessoas, talvez, dos contactos que mantive ao longo destes anos e meia dúzia de loucos bloggers como eu.

Quanto a vós, mil agradecimentos. Com os outros, entendemo-nos por outras vias, como seguramente convosco acontece. E é bom. Tão bom como isto é.

2 comentários:

Impontual disse...

Eu é que estou grato só com um olho.

alexandra g. disse...

Querido cíclope de todos nós :)