É lamentável, reconheço (who cares?!), mas o estado da arte é mesmo este: sem pertença, há muitos, muitos anos. O meu único sentimento de pertença, repartido, é tudo em gente: está na família nuclear, aquele círculo feito de sangue e sensibilidades várias. Seis pessoas, talvez, dos contactos que mantive ao longo destes anos e meia dúzia de loucos bloggers como eu.
Quanto a vós, mil agradecimentos. Com os outros, entendemo-nos por outras vias, como seguramente convosco acontece. E é bom. Tão bom como isto é.
Quanto a vós, mil agradecimentos. Com os outros, entendemo-nos por outras vias, como seguramente convosco acontece. E é bom. Tão bom como isto é.
2 comentários:
Eu é que estou grato só com um olho.
Querido cíclope de todos nós :)
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