observo os meus pés, gosto deles, até dos calcanhares que, por via de umas alpercatas belíssimas por € 13,00, em P&B, calçadas um único dia, ostentam, actualmente, feridas vivas.
Lembrei-me dos meus 16 anos, quando caminhava descalça pela rua, e do artigo que li hoje (JN?) sobre a inclusão dos ciganos.
E nós, onde nos incluiremos?
É que, por mim, andaria descalça a maior parte do tempo, desgrenhada, soltando palavrões, roubando adonde mais me aprouvesse, que isto não é ordenado que dure para lá do dia 17 do mês, partindo sapos, como a bela meia cigana da curta.
A diferença? Não sou bela, não cheguei a cineasta, não sou cigana. Mas sinto tudo isso em mim: a beleza, o cinema, a ciganagem.
Lembrei-me dos meus 16 anos, quando caminhava descalça pela rua, e do artigo que li hoje (JN?) sobre a inclusão dos ciganos.
E nós, onde nos incluiremos?
É que, por mim, andaria descalça a maior parte do tempo, desgrenhada, soltando palavrões, roubando adonde mais me aprouvesse, que isto não é ordenado que dure para lá do dia 17 do mês, partindo sapos, como a bela meia cigana da curta.
A diferença? Não sou bela, não cheguei a cineasta, não sou cigana. Mas sinto tudo isso em mim: a beleza, o cinema, a ciganagem.
3 comentários:
Casa comigo, caray!
O sentir é que vale!:)
Diogo, não caso nada, estou fartinha de casamento dos calcanhares feridos até à ponta ondulada dos cabelos. Vai ver de loiras no fb :P
Tutu, sans doute! :*
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